quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Doze de Janeiro.

Passei tanto tempo a dormir. Em horas incertas. Porque incerto o trabalho. Mil livros, cinco mil canções, moedas caídas no passeio. Outonos, Verões.  E o Inverno. Condução, um engano. Que se repete. Condições impostas, expostas, o sempre buscar e  não encontrar o incondicional emprego. Do tempo. Horários, oh os horários! Brilho, sujo. Raramente a explicação por extenso. Ser leal porque não se aprendeu de outra maneira. A Primavera que pode sempre ser que aconteça. A pouca e mandada roupa. A espera. A demora. Esta ansiedade a toda a hora.

E  o que fazer com a velha chama?

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