Passei tanto tempo a dormir. Em horas incertas. Porque
incerto o trabalho. Mil livros, cinco mil canções, moedas caídas no passeio. Outonos, Verões. E o Inverno. Condução, um engano. Que se repete. Condições impostas, expostas, o sempre buscar e não encontrar o incondicional emprego. Do
tempo. Horários, oh os horários! Brilho, sujo. Raramente a explicação por
extenso. Ser leal porque não se aprendeu de outra maneira. A Primavera que pode sempre ser que aconteça. A pouca
e mandada roupa. A espera. A demora. Esta ansiedade a toda a hora.
E o que fazer com a
velha chama?
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